quarta-feira, 30 de abril de 2008

Na luta para eliminar o trabalho infantil



Segundo estimativas globais da Organização Internacional do Trabalho, 165 milhões de crianças, de 5 a 14 anos de idade, são vítimas do trabalho infantil. Muitos dos quais trabalham longas horas e em condições perigosas.

Através dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), as Nações Unidas e a comunidade internacional estipularam metas para garantir que todas as crianças completem a educação básica, e para que se reduzam as desigualdades de gênero na educação até 2015. Estas metas só poderão ser alcançadas se solucionados os fatores que geram o trabalho infantil e que impedem que as famílias de baixa renda enviem seus filhos a escola.

Algumas metas:
- oferecer uma educação primária gratuita e obrigatória;
- eliminar os obstáculos da educação de meninas;
- reforçar as leis sobre trabalho infantil e educação, em atendimento às normas internacionais;
- facilitar a nivelação da educação de crianças e adolescentes em defasagem com o sistema de educação formal;
- aumentar a sensibilização para a necessidade de eliminar o trabalho infantil.

Fonte: OIT (Organização Internacional do Trabalho)

3 comentários:

Anônimo disse...

Hoje meu filho de 13 anos disse-me que precisava fazer um trabalho escolar. Tratava-se de trabalho infantil. Quando entrei neste site, algo aconteceu. Vi que algumas crianças não tem aquele brilho no olhar que se espera de todas elas. Quero ajudar, mas como? De que maneira? É fácil deixarmos tudo a cargo das autoridades políticas e assistenciais! Na verdade, devemos nos perguntar: - O que eu, ou você, que lê esta matéria, podemos fazer?
Pensem nisso, talvez a solução esteja nesta resposta. Abraços a todos e principalmente à autora.

Luciana Araujo
Carapicuiba

Anônimo disse...

É uma vergonha que leis como a Constituição Federal e o próprio Estatuto da Criança e do Adolescente sejam ineptos e não ofereçam às crianças a proteção legal necessária. A sociedade tb falha pois não cumpre o seu papel, deixando ao governo o que um simples cidadão poderia fazer. A omissão é reprovável, pois quantas vezes vemos crianças nas ruas pedindo esmola, comercializando doces... Eu tento fazer a minha parte ajudando da maneira que eu posso. Mas ainda há muito a fazer e muitas crianças a serem ajudadas, pois a maioria é explorada pela própria família. Políticas públicas voltadas para o bem-estar dos menores e uma conscientização maior da sociedade quanto à necessidade de coibir a exploração do trabalho infantil através da denúncia e incentivo a educação, por exemplo, seriam fundamentais. Parabéns pela iniciativa do blog.

Anonimo disse...

meu filho esta fazendo um trabalho escolar sobre a exploração infantil, é possivel saber como, quando e onde nasceu?